Confira um roteiro para a virada e as férias de verão, com sugestões do norte ao sul da ilha e orientações úteis para circular com tranquilidade.
Fim de ano em Ilhabela é sinônimo de dias longos, mar quente e calendário animado. Na virada, a prefeitura promove shows gratuitos com queima de fogos sem estampidos distribuída entre Praia Grande, Portinho, Perequê e Vila para tornar a celebração mais inclusiva, inclusive para quem convive com ruídos sensíveis e pets. As edições recentes reuniram grande público e confirmaram o destino como referência no litoral norte.
O que esperar do fim de ano em Ilhabela
Alta temporada pede logística afinada. O acesso é feito pela travessia de balsa entre São Sebastião e Ilhabela, com operação 24 horas e possibilidade de agendar o serviço “Hora Marcada” para evitar filas — recurso especialmente útil em feriados e semana da virada.
A prefeitura mantém uma página com dúvidas frequentes (tempo de travessia, tarifas e como acompanhar a fila em tempo real), além de link para o agendamento oficial.
Outra dica é levar repelente e roupas leves de manga comprida: a prefeitura executa controle permanente do borrachudo com BTI e orienta visitantes sobre prevenção, mas proteção pessoal continua essencial.Roteiros e sugestões de passeios
Vila (Centro Histórico)
Reserve um período para caminhar pela Vila. Além da igreja e do casario, o Centro Cultural Waldemar Belisário (Fundaci) reúne acervo, exposições e programação contínua — um bom abrigo para horários de sol forte ou pancadas de chuva de verão.
Praias do norte: Jabaquara e vizinhas
No extremo norte, a Praia do Jabaquara é uma das mais procuradas e acessível por estrada, com faixa de areia clara e mar transparente. A região também reúne praias como Siriúba, Pinto, Armação e Sino, ideais para alternar banhos e mirantes.
Sul da ilha: Curral e Ilha das Cabras
No sul, a Praia do Curral concentra bares de praia e serviços, com pôr do sol disputado no verão. A poucos minutos dali, o Ilhote das Cabras é um santuário marinho tradicional para snorkel e batismos de mergulho saindo da Praia das Pedras Miúdas ou por operadoras locais — ótima pedida para manhãs de mar calmo.
Castelhanos: estrada-parque e barco
Do lado leste, a Baía de Castelhanos pede planejamento. O acesso terrestre é pela Estrada-Parque, permitido apenas para 4×4 (com guia/passeio de jipe sendo a forma mais comum). Em dias de mar favorável, também é possível ir de barco, combinando paradas em praias isoladas.
Bonete: trilha clássica ou travessia por mar
Ao sul, a Praia do Bonete preserva forte identidade caiçara. Chega-se por mar (canoas/botes/lancha) ou pela trilha de cerca de 12 km a partir da Ponta da Sepituba, dentro do Parque Estadual — caminhada longa, recomendada para quem já tem hábito de trilha ou com guia/monitor. Em alta temporada, confirme saídas de barcos e condições de tempo.
Cachoeiras para dias nublados (ou para refrescar depois da praia)
Duas opções práticas: a Cachoeira dos Três Tombos (Pancada d’Água), trilha curta e autoguiada ao sul, próxima à Feiticeira; e a Trilha da Água Branca, com cinco poços e torre de observação na entrada da estrada de Castelhanos. Ambas têm acesso sinalizado e funcionam bem para encaixar entre períodos de praia.
Onde ficar pé na areia para curtir a ilha
Para fechar o roteiro com conforto à beira-mar, o Hotel Mercedes, na Praia do Viana (norte da ilha), reúne diferenciais desejados para o verão: acesso direto à areia, praia privativa com deck sobre o mar, piscina climatizada e piscina natural. O café da manhã está incluso no valor da diária e é servido em formato buffet, com variedade que pode variar conforme a ocupação.
O hotel também oferece opções de relaxamento no spa, inclusive com massagens em bangalô próximo ao mar. É uma base estratégica para alternar dias de praia e passeios por toda a ilha.
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